ESPACIALIDADE E MASCULINIDADE NA VIVÊNCIA DE JOVENS DA ESCOLA DE 'GUARDAS MIRINS' EM PONTA GROSSA, PARANÁ
DOI:
https://doi.org/10.12957/geouerj.2014.9553Palavras-chave:
Espaço, Masculinidade, Geografia Feminista, Escola de Guardas Mirins.Resumo
DOI: http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2014.9553
Esta discussão tem por objetivo compreender a relação entre espacialidades e a constituição de masculinidades de jovens no cotidiano da Escola de Guardas Mirins 'Tenente Antônio João', na cidade de Ponta Grossa, Paraná. Esta reflexão tem por referencial as informações cadastrais institucionais de 203 discentes matriculados, da lista de 1.723 candidatas e candidatos a vagas nesta instituição e do resultado da realização de 10 entrevistas semiestruturas com alunos entre 14 a 16 anos. Tal material empírico evidencia, segundo imbricações entre militarismo e espiritismo kardecista, relações entre vivências espaciais e construções de masculinidades em homens jovens. Da mesma forma que existem várias feminilidades, é cabível que existam múltiplas masculinidades, não estritamente orientadas a uma direção do que é ser homem. Os alunos da Escola de Guardas Mirins 'Tenente Antônio João' são uma destas possibilidades, fenômeno este que dialoga cotidianamente com construções de masculinidade hegemônicas e periféricas.
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