GEOGRAFIA E HISTÓRIA DA ARTE: APONTAMENTOS PARA UMA CRÍTIA À ICONOLOGIA

André Reyes Novaes

Resumo


A “escola” de historiadores da arte formada em torno das ideias de Aby Warburg no início do século XX tem tido influência peculiar nas trocas entre as teorias artísticas e o trabalho de geógrafos. Interessados em discutir os significados de paisagens, mapas, fotografias e pinturas, muitos autores têm se apropriado da iconografia e da iconologia como ferramentas metodológicas. Por meio da discussão de duas críticas direcionadas ao método iconológico - o perigo dos argumentos circulares e a negligência do observador -, o presente artigo busca estimular um debate interdisciplinar que potencialize o uso de imagens como fonte de informação no trabalho dos geógrafos.

 

GEOGRAPHY AND HISTORY OF ART: NOTES FOR A CRITIC OF ICONOLOGY

ABSTRACT:

THE "SCHOOL" OF ART HISTORIANS DEVELOPED AROUND THE IDEAS OF ABY WARBURG IN THE EARLY TWENTIETH CENTURY HAS HAD PECULIAR INFLUENCE ON THE RELATIONS BETWEEN ART THEORY AND CONTEMPORARY HUMAN GEOGRAPHY. BY DISCUSSING THE MEANINGS OF LANDSCAPES, MAPS, PHOTOGRAPHS AND PAINTINGS, MANY AUTHORS HAVE USED VISUAL METHODS FROM ART HISTORIANS SUCH AS ICONOGRAPHY AND ICONOLOGY. THIS PAPER AIMS TO EXPLORE TWO CRITICISMS TOWARDS THE ICONOLOGICAL METHOD - THE DANGER OF CIRCULAR ARGUMENTS AND THE NEGLIGENCE OF THE OBSERVER –, IN ORDER TO STIMULATE INTERDISCIPLINARY DEBATES ON THE USE OF IMAGES AS A SOURCE OF INFORMATION FOR GEOGRAPHICAL INVESTIGATION.

 

 


Palavras-chave


Iconologia; Geografia; História da Arte

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