A EXPERIÊNCIA DO CORPO E A CIRCUAMBULAÇÃO EM LUGARES SAGRADOS

Otávio José Lemos Costa

Resumo


O presente texto busca compreender como determinadas práticas rituais atreladas às formas simbólicas espaciais, promovem movimentos ou pequenos itinerários que sugerem mobilidades e que se tipificam pelo movimento de circuambulação em vários lugares sagrados. O andar pelo espaço sagrado constitui um fluxo contínuo, idealizado por um movimento inconsequente e ao mesmo tempo consequente. Ao adentrar o lugar o sagrado, o fiel se apropriam deste lugar e por um sentimento de pertencimento idealiza seu lar. Evocam uma imagem de um passado mitificado.  Movimentos estes que apresentam performances associadas à dimensão do corpo representado pelo movimento cíclico, determinando assim práticas ritualísticas. Assim, procuramos compreender como as práticas ritualísticas se inserem na lógica de micro itinerários simbólicos representados pela circuambulação e que se objetivam na construção de determinados lugares sagrados aqui representados por fiéis ou peregrinos que visitam santuários ou cidades sagradas.

Palavras-chave


circuambulação; lugares sagrados; rituais; santuários

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DOI: https://doi.org/10.12957/espacoecultura.2020.58733

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