POR UMA HISTÓRIA CULTURAL DA CARTOGRAFIA

Christian Jacob

Resumo


Teoria não é um objetivo em si, mas sim um meio de enriquecer a história da cartografia conforme se estimulam novas questões e objetivos e pesquisa. Neste artigo, introduzem-se os conceitos de “mapas transparentes” (portadores de uma imagem da realidade externa do mundo) e “mapas opacos”. A noção é abordada estruturalmente (padrões de representação gráfica, desenho, geometria, texto); por meio da sociologia do mapa (criadores de mapas, instituições, o público); e mediante a observação de mapas em seus contextos culturais e históricos (uma abordagem que levanta questões acerca das fronteiras definidoras da história da cartografia e que é provavelmente uma das mais estimulantes perspectivas hoje em dia, tal como encorajada particularmente por aqueles que contribuem para o projeto “History of Cartography”).  Finalmente, atenção especial é dedicada a três importantes tópicos para a pauta de pesquisa: os vínculos entre mapas e cultura; mapas enquanto uma linguagem de comunicação e enquanto instrumentos de poder; e os vínculos entre percepção, lógica e mnemônica.


Palavras-chave


história cultural da cartografia; mapas transparentes; mapas opacos;

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DOI: https://doi.org/10.12957/espacoecultura.2016.31762

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