O IMPÉRIO DA REPRESENTAÇÃO: A VIRADA CULTURAL E A GEOGRAFIA

Breno Viotto Pedrosa

Resumo


Visamos, neste artigo, demonstrar como a ascensão da pós-modernidade e da chamada virada cultural mudaram muitos aspectos teóricos das ciências humanas, em um nítido movimento de afastamento de algumas premissas do marxismo, provocando transformações importantes na geografia cultural. Veremos que se reafirma a perspectiva de que a cultura é algo móvel e indefinível em detrimento de visões que encontravam essências imutáveis para cultura, que serviam muitas vezes com instrumento de dominação social. Para isso, comparamos o pensamento de Harvey e Jameson sobre a pós-modernidade, bem como algumas elaborações de Duncan e Mitchell sobre a nova geografia cultural. Finalmente, oferecemos algumas críticas aos pontos estabelecidos no debate incorporado pela nova geografia cultural.

Palavras-chave


virada cultural; nova geografia cultural; pós-modernismo; cultura; ontologia

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.12957/espacoecultura.2016.31750

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Attribution 3.0 .

 

Periódico Espaço e Cultura
Rua São Francisco Xavier, 524, bloco B, sala 4.007, 4° andar, CEP 20550-013, Rio de Janeiro-RJ, Brasil
Telefone: (21) 2334-0343

E-mail: espacoecultura@gmail.com