O sangue que lava a alma: dor e solidão no imaginário da tribo Emo

Renata Oliveira Carvalho

Resumo


O presente artigo discute e apresenta questões intrigantes que envolvem a tribo urbana Emo. Características polêmicas como automutilação, depressão, solidão e o lado sombrio dos jovens que integram a tribo serão analisados aqui a partir da observação de algumas páginas e grupos na rede social Facebook. A intenção aqui não é fazer qualquer ponte com o campo da Psicologia, a abordagem deste artigo gira em torno dos conceitos de imaginário, corpo e tribo urbana, sob o viés já explorado em pesquisas de Comunicação Social.


Palavras-chave


; corpo; imaginário; tribalismo urbano

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DOI: https://doi.org/10.12957/contemporanea.2014.9937

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