Com um Salto de Reviver: a Arte, a Queda, a Diferença

Jorge Lúcio de Campos

Resumo


Nada morre em termos de arte já que um pouco de morte integra o movimento de vitalização daquilo que não cessa de “morrer” visando “reviver” outramente. Transgredir foi sempre algo atraente – mesmo naqueles momentos mais perigosos – para os pretendentes à diferença. Por outro lado, contrariamente aos que vivem anunciando a morte do mundo – não apenas simbólica, mas também concretamente – é inviável o descarte dessa postura a não ser como imagem.

Palavras-chave


arte, crise, diferença, transgressão

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DOI: https://doi.org/10.12957/contemporanea.2004.23180

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