A amarga ternura dos fogos de artifício

Janete Oliveira

Resumo


Takeshi Kitano nos traz uma obra violenta, mas ao mesmo tempo abre um debate sobre nosso cotidiano, onde oscilamos entre humanidade e violência. Sua atualização da figura do samurai coloca a morte como o centro da discussão: até que o ponto a consciência da mortalidade – tão presente na vida do guerreiro feudal – contribui para uma humanização dos indivíduos em contraponto à eternidade proposta pela sociedade de consumo?

Palavras-chave


violência, humanismo, samurai.

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DOI: https://doi.org/10.12957/contemporanea.2004.23169

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