Do corpo monstruoso ao mito do ciborgue: os processos de construção de identidade e diferença no Ocidente

Fátima Cristina Régis Martins de Oliveira

Resumo


Enquanto ratos de laboratório tentam conquistar o planeta nos desenhos animados, no mundo real os cientistas criam camundongos com enxertos de orelhas humanas nas costas. Os filmes mostram a Humanidade ameaçada por ciborgues exterminadores, e as manchetes de jornais estampam a vitória de um computador sobre um campeão de xadrez. Os monstros parecem ter escapado da ficção e invadido nossas revistas científicas, programas educativos e laboratórios mais bem conceituados. E o mais surpreendente: nós nos sentimos à vontade com eles.

Palavras-chave


corpo; tecnologia; identidade

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DOI: https://doi.org/10.12957/contemporanea.2003.21248

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