Cultura e mito nas organizações: análise dos sentidos construídos sobre a morte de Roberto Marinho

Virgílio Cézar da Silva e Oliveira

Resumo


Este artigo analisa os sentidos associados à morte do jornalista Roberto Marinho, divulgados pelo jornal Folha de São Paulo. Emprega, para tanto, as orientações da abordagem sócio-construcionista. Em seu referencial teórico, o trabalho detalha o
conceito de cultura organizacional, seus artefatos e o papel da morte na mitificação de líderes organizacionais. Os resultados sugerem que, em sua face biológica, a morte de Roberto Marinho reflete a ausência definitiva do homem e do líder. Em sua vertente
social, a morte do jornalista não extingue a influência do líder carismático, valorizado por seu legado.

Palavras-chave


jornalismo; Roberto Marinho; obituário

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DOI: https://doi.org/10.12957/contemporanea.2008.17692

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