A cidade e seus praticantes ordinários na literatura de João Antônio

Ieda Magri

Resumo


A opção de ler a cidade a partir dos que caminham nela e fazem desse caminhar na rua o mote de sua existência íntima na cidade, ou daqueles que são obrigados a ganhá-la através dos trens e dos ônibus precários do subúrbio, é uma forma de reescrever, re-conceituar a cidade. Ler a cidade através dos seus “praticantes ordinários” (CERTEAU, 1994, p 171) é admitir-lhe uma outra existência que não aquela que a constituiu: o traço planejado, a limpeza, suas práticas organizadoras.

Palavras-chave


cidade; ônibus; limpeza

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.12957/contemporanea.2006.17575

Indexada em: Latindex . Univerciência . Doaj
Rua São Francisco Xavier, 524 -10 º Andar - Sala 10129 Bloco F - Maracanã - Rio de Janeiro - RJ
cep: 20550-013 | E-mail: ppgcomdivulga@gmail.comcontemporanea.revista@gmail.com

Facebook: facebook.com/contemporanea.uerj