“Não estão preocupados com as paredes… estão preocupados com a dor!”: a revolta por Marielle e Anderson

Gabriela G. da Fonseca

Resumo


No dia 14 de março de 2018, a vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes foram assassinados no Rio de Janeiro. Nos dias seguintes, manifestações de indignação evidenciavam o atravessamento de Marielle na sociedade como mulher, negra, favelada, bissexual e representante política de uma minoria na democracia em construção. As manifestações ocorriam em protestos, postagens em redes sociais, conversas em grupos de mensagens e intervenções artísticas que mobilizaram opiniões diversas sobre o ocorrido e sobre as próprias manifestações. Esse artigo levanta as opiniões que envolvem vandalismo e patrimônio nas manifestações, buscando as interpretações e decodificações acerca de danos e intervenções no patrimônio histórico e cultural. Se propõe um esforço de integração entre patrimônio e seus públicos, proposta no campo da educação museal, considerando a cultura como um campo histórico de conflitos.

Palavras-chave: Cultura; Patrimônio; Vandalismo; Protestos; Educação Museal

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DOI: https://doi.org/10.12957/concinnitas.2021.63197

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