A estranheza de Flusser: entre arte, ciência e filosofia

Marcos Namba Beccari

Resumo


Este artigo põe em evidência a estranheza de Vilém Flusser enquanto horizonte prevalente de sua ficção filosófica. Com isso, busca-se apontar as potencialidades desse horizonte estranho para uma compreensão paradoxalmente mais clara e propositiva da ciência em sua interface com a arte e a filosofia, na medida em que se explicita a dimensão ficcional.


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DOI: https://doi.org/10.12957/concinnitas.2021.50862

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