CONSUMO ALIMENTAR APARENTE DE FERRO

Haydée Serrão Lanzillotti, Conceição de Maria Sintz, Regina Serrão Lanzillotti, Eduardo Pereira Alcantara da Silva, Rute Ramos da Silva Costa

Resumo


Objetivo: Estimar o consumo alimentar aparente de ferro considerando seus modificadores de absorção. Método: O estudo utilizou a história alimentar descrita nos prontuários de Nutrição para avaliar o consumo habitual e verificar se as recomendações dietéticas para ferro, cálcio e vitamina C estão sendo cumpridas. A estimativa de absorção de ferro foi calculada utilizando-se os algoritmos criados por Hallberg e Hulthén. A correlação de Spearman avaliou a associação entre condição socioeconômica e ingestão de ferro e cálcio. Resultados: Somente foi possível avaliar o consumo alimentar de 15 crianças porque o desvio padrão intrapessoal para ferro, cálcio e vitamina C estão disponíveis a partir de 4 anos. O consumo declarado destas crianças apresentou inadequação (p ? 0,70) para ferro (100%), cálcio (80%) e vitamina C (3,33%). A média da estimativa de absorção de ferro, considerando os fatores estimuladores e inibidores, foi de 2,21± 0,94, o que representa 57,63% da ingestão de ferro total. A associação entre a condição socioeconômica e a ingestão de nutrientes apresentou-se fraca tanto para ferro quanto para cálcio. Conclusão: A dieta avaliada das crianças está inadequada em ferro, cálcio e vitamina C.


Palavras-chave


Consumo Alimentar; Criança; Ferro

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