O FUTURO DO PORTUGUÊS EM ANGOLA: QUE CONCEÇÕES?

Bernardino Valente Calossa, Queneth José Píres António

Resumo


Este estudo é um contributo para a discussão sobre o futuro da língua portuguesa e a constituição de uma norma em Angola. Através de um questionário aplicado a 335 participantes, entre professores e estudantes do ensino superior, foi possível verificar a perceção destes informantes sobre o assunto; os resultados evidenciam diversas atitudes e sentimentos em relação à variedade não padronizada do português falado em angola, sendo que uma parte significativa destes participantes a considera errada e, por isso, deva ser abandonada, em detrimento do padrão europeu, e outra considera que, apesar de não corresponder ao ideal, é nela que se devem basear os angolanos para a constituição da sua norma. Conclui-se, recomendando estudos representativos um pouco por todo o país para constituir uma norma.


Palavras-chave


variedade; registo; português em Angola; norma angolana; política linguística.

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DOI: https://doi.org/10.12957/seminal.2022.64706

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ISSN: 1414-4298 | e-ISSN: 1806-9142

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