UM BREVE OLHAR SOBRE A OBRA VINTE E ZINCO DE MIA COUTO

Heloiza Helena Vieira dos Anjos SANTOS

Resumo


O presente artigo mostra uma análise da obra “Vinte e Zinco” (1999), do autor moçambicano Mia Couto, dando ênfase aos “fantasmas” produzidos pelo colonialismo, onde é colocado em cena medos, culpas, preconceitos, ódios, superstições, crenças e ressentimentos introjetados tanto no imaginário dos colonizados, como no dos colonizadores.



DOI: https://doi.org/10.12957/cadsem.2010.10363

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ISSN: 1414-4298 | e-ISSN: 1806-9142

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