MULHERES MONSTRUOSAS: O CTÔNICO E O SELVAGEM EM CARMILLA, DE LE FANU

Autores

  • Marina Pereira Penteado Universidade Federal do Rio Grande

DOI:

https://doi.org/10.12957/abusoes.2019.40836

Palavras-chave:

vampiros, natureza ctônica, mulheres monstruosas

Resumo

O presente trabalho propõe uma discussão a respeito da representação demoníaca das mulheres, através de aspectos que são, normalmente, ligados ao próprio feminino, na novela Carmilla: a vampira de Karnstein, de Sheridan Le Fanu. Com base em estudos que analisam a perda da autonomia da mulher sobre seu próprio corpo, o primitivo e animalesco e suas representações na literatura, além de estudos que debatem a monstruosidade percebida na figura da mulher e em quase tudo que é ligado ao feminino, busco fazer uma reflexão sobre como a incorporação do selvagem, do ctônico e do dionisíaco tomam forma em Carmilla, e até que medida esses aspectos são utilizados para justificar a morte da vampira.

Biografia do Autor

Marina Pereira Penteado, Universidade Federal do Rio Grande

Doutora em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense e Professora Substituta do Instituto de Letras e Artes da Universidade Federal do Rio Grande

Publicado

2019-09-04

Como Citar

Penteado, M. P. (2019). MULHERES MONSTRUOSAS: O CTÔNICO E O SELVAGEM EM CARMILLA, DE LE FANU. Abusões, 9(9). https://doi.org/10.12957/abusoes.2019.40836

Edição

Seção

As metamorfoses do vampiro na literatura e na cultura