PROFECIAS NO MUNDO-BIBLIOTECA: O DÉJA-DIT EM NÃO HÁ NADA LÁ, DE JOCA REINERS TERRON

Renata de Felippe, Anselmo Alós

Resumo


A partir de Não há nada lá (2001), de Joca Reiners Terron, narrativa de tom profético, feição borgiana e atravessada por metáforas “revanchistas”, este trabalho pretende redimensionar as problemáticas da leitura e da produção literárias, especialmente, as conotações que essas estratégias assumiram e, ainda assumem, dentro do que entendemos por literatura “latino-americana”. Se pensar uma “latinoamericanidade” e mesmo uma “brasilidade” são questões, aparentemente, ultrapassadas e/ou irrelevantes, em Não há nada lá as velhas irresoluções são ressignificadas pelo viés escatológico e profético.


Palavras-chave


Biblioteca; profecias; déja-dit.

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DOI: https://doi.org/10.12957/abusoes.208.34984

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Revista Abusões
e-ISSN: 2525-4022