Teoria e política: Derrida vs. Sartre

Miroslav Milovic (in memoriam)

Resumo


A história da filosofia afirmou a primazia do significado. O que acontece no mundo são as manifestações dos significantes que passam e as manifestações do significado dominante que ficam. Na época dos gregos, o significante foi o logos; na época dos cristãos, Deus; na época dos modernos, o espírito hegeliano. Nesse contexto, Hegel, como os cristãos, fala sobre o mundo no sentido da falta. O presente artigo investiga a questão da diferença a partir da fenomenologia e da desconstrução. Para isso, apresenta uma interlocução crítica entre os principais filósofos da modernidade. As questões abertas pela diferença ontológica fortalecem o projeto de Derrida e a discussão sobre a linguagem e a consciência. O significado, o idêntico, sempre tem que ser mediado pelo significante, pelo diferente. Assim, será possível confrontar a cultura identitária e colonizadora e promover entusiasmo neste tempo de desastre e resignação.

Palavras-chave


Heidegger. Sartre. Derrida

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DOI: https://doi.org/10.12957/ek.2022.60743

 

ISSN - 2316-4786 (on-line)

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