Gênero, racionalidade e escrita em “O papel de parede amarelo”

Teresa Soter

Resumo


Este trabalho é uma análise do conto “O papel de parede amarelo”, de Charlotte Perkins Gilman. Sua leitura contemporânea, sob ótica feminista, possibilita revisitar esse clássico a partir de questões sociais contemporâneas. Dessa forma, o objetivo é estudar a obra a partir de seus diferentes aspectos e significados ligados ao gênero e à leitura de autoras mulheres. Para isso, foram utilizados tanto o conto em si quanto a obra teórica “Women and economics” (Gilman, 1998) e “Um teto todo seu” (Woolf, 1990). Esses textos possibilitam pensar a ficção a partir de seu aspecto de crítica social, mas também realizar uma crítica da forma como a ficção produzida por mulheres é comumente recebida. O trabalho trata-se de uma tentativa de releitura de um clássico da literatura a partir de um viés feminista que busca não menosprezar a obra de sua autora. Para tal, aborda a forma como a noção de racionalidade é perpassada pelos papéis sociais de gênero e instrumento para a opressão.


Palavras-chave


Feminismo; Literatura; Gilman; Loucura; Gênero

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DOI: https://doi.org/10.12957/cesp.2017.32866

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