O CONTÍNUO E DESCONTÍNUO NAS PRÁTICAS DE ESCRITA NO DIÁRIO DE ANNE FRANK (1942-1944): A ESCRITA COMO MEMÓRIA, POSSIBILIDADE E TESTEMUNHO DE SI

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Resumo

 O artigo tem como propósito analisar o contínuo e o descontínuo nas práticas de escritas de Anne Frank entre 1942 a 1944.  Acompanhando o processo de elaboração de uma escrita comum para uma escrita literária a partir da análise textual e de abordagem qualitativa das entradas do diário, busca-se fornecer uma nova perspectiva sobre “O Diário de Anne Frank" e a escritora do livro. Além disso, este diário demonstra como a escrita autobiográfica pode ser pensada como registro, possibilidade e testemunho de si. Por fim, ao compreender a história da publicação do diário através das versões de O Diário de Anne Frank, conclui-se que esta rica obra retrata uma escrita coletiva, assim como uma força representativa para o povo judeu.


Biografia do Autor

Ytalo dos Santos Lima, Universidade Federal do Ceará - UFC

Mestrando do programa de pós-graduação em história social da Universidade Federal do Ceará

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Publicado

2024-04-19

Como Citar

dos Santos Lima, Y. (2024). O CONTÍNUO E DESCONTÍNUO NAS PRÁTICAS DE ESCRITA NO DIÁRIO DE ANNE FRANK (1942-1944): A ESCRITA COMO MEMÓRIA, POSSIBILIDADE E TESTEMUNHO DE SI. Dia-Logos: Revista Discente Da Pós-Graduação Em História, 17(1). Recuperado de https://www.e-publicacoes.uerj.br/dia-logos/article/view/76999

Edição

Seção

Artigos Livres