UM INVENTÁRIO DE MÍDIAS MORTAS: REFLEXÕES SOBRE A OBSOLESCÊNCIA TECNOLÓGICA NA FRANQUIA V/H/S
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Resumo
A série V/H/S surgiu em 2012, nos EUA, proposta pelo produtor Brad Miska, e tornou-se um fenômeno notável na ficção de horror audiovisual contemporânea. Composta por sete longas-metragens de antologia, dois spin-offs e uma minissérie de televisão, transformou-se ao longo dos anos em uma investigação sobre os modos de produção, consumo e armazenamento de mídias audiovisuais, revelando aspectos perturbadores da cultura audiovisual por meio de narrativas de horror construídas a partir do olhar maquínico intradiegético (conhecidas como found footage). O presente artigo propõe análises breves dos dois primeiros filmes da série — V/H/S: As crônicas do medo (2012) e V/H/S/2 (2013) — buscando compreender o papel desempenhado pelo colapso dos dispositivos de registro e reprodução de imagem e som na construção da experiência horrífica.
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