O SOPRO SONORO NA ESCRITA IMAGINATIVA: NOTAS SOBRE A ORALIDADE NA ESCRITURA DO FANTÁSTICO E O CASO JAYME GRIZ

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André de Sena

Resumo

O presente artigo busca analisar as possíveis relações entre o modo fantástico e a oralidade. Se em suas origens, no século XVIII europeu, o fantástico se utilizou de um vasto conjunto de temas folclóricos resguardados pela memória e a oralidade, com o passar do tempo irá assumir um inolvidável caráter narrativo e literário, ficcional e metaficcional, que também intentará se desligar dessas fontes primígenas, quando se dá uma espécie de autoconsciente ‘aparte’ diante do maravilhoso. Por outro lado, algumas correntes — ficcionais e teóricas — continuaram apostando neste conúbio do fantástico com a oralidade e o folclore em não raros exemplos, como intentaremos revelar a partir da escrita do contista pernambucano Jayme Griz (1900-1981).

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Como Citar
DE SENA, André. O SOPRO SONORO NA ESCRITA IMAGINATIVA: NOTAS SOBRE A ORALIDADE NA ESCRITURA DO FANTÁSTICO E O CASO JAYME GRIZ. Abusões, Rio de Janeiro, n. 27, 2025. DOI: 10.12957/abusoes.2025.95731. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/abusoes/article/view/95731. Acesso em: 14 fev. 2026.
Seção
10 ANOS DE ABUSÕES