Apropriações e distanciamentos de Heidegger e Kojève no pensamento de M. Blanchot.

Autores

  • Adriano Henrique de Souza Ferraz

DOI:

https://doi.org/10.12957/ek.2025.83636

Resumo

O presente estudo busca apresentar um paralelismo no modo pelo qual Blanchot se apropria criticamente de Heidegger e de Hegel, este último fortemente crivado pela leitura kojèviana. Utilizamos como referência primária dois ensaios que concatenam um conjunto de críticas sobre literatura moderna (se tomarmos por modernidade o que vai do limiar do romantismo até a literatura do absurdo), De l´angoisse au langage e La Littérature et le droit a la mort. Neles se apresentam os conceitos de acaso, ambiguidade, sentido e morte que são fundamentais para toda sua obra. Por fim, se apresentam as balizas que estruturam sua concepção de escrita e de espaço literário numa fase inicial daquilo que se convencionou chamar de pós-estruturalismo, ao qual preferimos nomear como filosofia da diferença.

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Publicado

2025-12-28

Como Citar

FERRAZ, Adriano Henrique de Souza. Apropriações e distanciamentos de Heidegger e Kojève no pensamento de M. Blanchot. Ekstasis: Revista de Hermenêutica e Fenomenologia, Rio de Janeiro, v. 14, n. 1, p. 91–113, 2025. DOI: 10.12957/ek.2025.83636. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/Ekstasis/article/view/83636. Acesso em: 4 fev. 2026.