“NINGUÉM TINHA ME PERGUNTADO SE EU SABIA” – UM ESTUDO SOBRE AS CULTURAS INFANTIS

Susana Angelin Furlan, José Milton de Lima, Márcia Canhoto de Lima

Resumo


Este presente artigo tem como propósito refletir sobre como as vozes e opiniões das crianças estão sendo consideradas dentro do contexto escolar. Fruto de uma pesquisa etnográfica que visava estudar as crianças e suas culturas, teve como um dos principais resultados saberes que levam a acreditar que as crianças possuem culturas que são diferentes do adulto, desta forma, elas falam, se expressam, mas em sua grande maioria são desconsideradas. Desta forma salientamos que é necessário uma empatia nas relações crianças e adultos a fim de entender os pequenos, suas necessidades, assim como a melhor forma que aprendem os conteúdos e os principais saberes historicamente construídos.    


Palavras-chave


Crianças; Educação Infantil; Culturas Infantis

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DOI: https://doi.org/10.12957/teias.2018.33594

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ISSN 1518-5370 [impresso] • 1982-0305 [eletrônico]
Teias, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação – ProPEd/UERJ
Qualis/Capes - B1 - Educação
DOI: 10.12957/teias

 

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